Pelé fez 1280 gols em sua carreira.

Isto numa época em que não havia a difusão de imagens que existe hoje. Tanto é assim que não existem imagens do famoso “gol de placa” – só a descrição de como foi o lance por quem o assistiu.

Dá o que pensar. Ainda mais quando se percebe que nenhum dos grandes craques que atingiram o estrelato nas últimas décadas – Maradona, Romário, Ronaldo, Messi, Cristiano Ronaldo – chegou perto dos resultados de Pelé.

Acompanhei como jornalista os bastidores do futebol. No geral, os jogadores se esforçavam mais quando chegava alguém para filmá-los ou fotografá-los.

Penso que Pelé, para alcançar 1280 gols, fazia o seu melhor sempre, mesmo quando ninguém estava olhando.

Ele dava o melhor de si provavelmente porque seu objetivo não eram os gols, a fama ou o dinheiro – ele simplesmente fazia o que gostava e estava se divertindo.

Fazer o melhor possível dá uma liberdade inimaginável: se faço o melhor possível, como alguém pode me recriminar? Como posso me sentir culpado ou com remorso se dei o melhor de mim? Se o melhor possível não foi suficiente, tenho a consciência tranquila de que fiz tudo que estava ao meu alcance. E, neste caso, ninguém pode me cobrar nada além disso.

O melhor possível, sempre!

NAMASTÊ!

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