Por Lígia Molina

Nos últimos anos, o termo alimentação funcional conquistou o mundo. Sabemos que uma dieta saudável e equilibrada é capaz de contribuir com a prevenção de doenças. Mas como surgiu essa tendência? Pesquisas mundiais, por exemplo, consideram a alimentação o segundo fator de influência na prevenção do câncer. Quando favorável, uma dieta equilibrada é capaz de reduzir o número de casos da doença em 30% a 40%.

Definidos como qualquer substância ou componente capaz de promover benefícios para a saúde, inclusive a prevenção e o tratamento de doenças, os alimentos funcionais têm, além da função de nutrir, a capacidade de reduzir o risco de doenças, por meio da produção de efeitos metabólicos e fisiológicos no organismo. Esse conceito foi lançado no Japão, na década de 1980, sendo rapidamente adotado em todo o mundo.

Segundo as diretrizes International Food Information Council Foundation (IFIC), é possível classificar na categoria de alimentos funcionais frutas, hortaliças, grãos, alimentos fortificados e alguns suplementos alimentares, desenvolvidos com a função de proporcionar à regulação de funções corporais e de proteger o organismo, visando prevenir ou mesmo tratar doenças.

Mesmo diante da variedade atualmente disponível de produtos industrializados enriquecidos, incluindo, nesse caso, nutrientes isolados, produtos de biotecnologia, suplementos dietéticos e alimentos geneticamente modificados até alimentos processados e derivados de plantas, os alimentos funcionais devem ser consumidos, preferencialmente, em sua forma original, para que possam demonstrar seus reais benefício, dentro de um padrão alimentar normal.

O ideal é que as pessoas optem sempre pelo consumo de mais frutas, verduras, fibras e gorduras saudáveis. Lembrando sempre que os alimentos ingeridos durante o dia exercem efeitos sobre o organismo, fazendo a diferença entre o desenvolvimento de uma doença crônica e uma vida saudável.

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