por Jakzam Kaiser

É impossível ser feliz sem aceitar a verdade, simples e óbvia, de que existe um criador no universo.

Enquanto essa aceitação não acontece, sempre falta uma peça para completar o quebra-cabeça.

Sem esta peça, a vida não tem sentido.

E a falta de sentido gera vazio de significado, inquietude e insatisfação.

Nada no mundo é por acaso.

Tudo que existiu, existe e existirá foi criado, primeiro, na imaginação de alguém.

A ideia de que o universo é resultado de uma combinação casual é insustentável.

A ciência afirma que a criação se originou no Big Bang.

Isso só faz sentido imaginando que o criador estava lá antes e o provocou.

Simples assim: existe um criador do universo, alguém cujos poderes são incompreensíveis e inalcançáveis para nós em nosso estágio de evolução.

Um dos segredos da felicidade, talvez o maior deles, é aceitar sua existência e a impossibilidade de explicá-lo.

Aceitar que a criação é uma obra tão bela, perfeita e boa que só pode ter sido feita por uma criatura bela, perfeita e boa.

E, por ser inexplicável, é um milagre.

O maior pecado dos humanos é negar a existência do criador.

Ao negá-lo, os humanos afastam-se de tudo que é belo, bom e perfeito.

As guerras, a corrupção, a violência, a fome e a miséria são uma criação dos homens num estado de desconexão com seu criador.

A cura do planeta depende dos seres humanos se reencontrarem com seu criador, dentro de si mesmos, cada um do seu jeito.

O mundo será tão melhor quanto maior for o número de pessoas que se renderem a esta verdade.

NAMASTÊ!

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